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Libidol Masculino | 3 Unidades Libidol Masculino | 3 Unidades Libidol Masculino | 3 Unidades

Libidol Masculino | 3 Unidades

Nova Fórmula

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    Descrição


    Recomendações de uso
    Ingerir 1 cápsula ao dia, preferencialmente antes do jantar.

    Ingredientes

    Niacina (vitamina B3) 35mg, Bisglicinato de Zinco 7mg, Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina) 15mg, Magnésio (bisglicinato) 130mg, Vitamina D 25mcg, agente de fluidez (dióxido de silício), lubrificante (estearato de magnésio) e excipiente (maltodextrina). Composição da cápsula: glicerina, gelatina e água purificada.
    Não contém glúten.


    Contra Indicações

    O Libidol não possui contra indicações e pode ser utilizado até mesmo por hipertensos e cardíacos. Podendo ser ingerido juntamente com medicamentos de uso contínuo ou eventuais, sem interferir ou sofrer interferências.


    Cuidados de Conservação
    Conservar ao abrigo da luz, calor e umidade. Esta embalagem foi selada para sua proteção. Não utilize o produto em caso de violação.
    CONSUMIR ESTE PRODUTO CONFORME A RECOMENDAÇÃO DE INGESTÃO DIÁRIA CONSTANTE NA EMBALAGEM.

    Produto dispensado de registro conforme a RDC 240/2018

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    Dicas de saúde
    O que é Disfunção erétil? A disfunção erétil é um problema que afeta muitos homens principalmente por conta da idade, chegando afetar cerca de 50% dos homens com 40 anos e também afeta muitos jovens. Disfunção erétil é popularmente chamada de impotência sexual, ou seja, é uma falha na hora de manter a ereção durante a relação sexual, causando transtornos ao casal e principalmente ao homem. Porém isso não deve ser trato de modo pejorativo, pois afeta grande parte dos homens. Segundo a pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 50% dos homens com mais de 40 anos apresentam disfunção erétil. Já um estudo norte-americano cerca de 60% considerando disfunção erétil leve e grave. Os números são bem parecidos em diversas nacionalidades tornando o problema mais comum do que se imaginava. Causas da disfunção erétil. Idade: Os casos de disfunção erétil ocorrem mais a partir dos 40 anos e assim gradativamente devido a problemas de saúde, hormonais e do metabolismo da pessoa, além de medicamentos e cirurgias. Psicológicas: Geralmente ocorrem com mais jovens e com aqueles que estão iniciando a vida sexual. A ansiedade e o nervosismo por medo de não conseguir se sair bem ou impressionar a companheira. Pode não parecer, mas os altos níveis de adrenalina acabam prejudicando a ereção. Ambas: Um dos piores casos é a mistura da idade e psicológica, devido ao problema natural da idade acaba deixando o homem mais nervoso afetando o psicológico na hora da relação. Mas não se preocupe tudo isso tem tratamento e basta ir ao médico que ele irá orientá-lo do melhor modo possível. Outros fatores que podem desencadear a disfunção erétil são: Problemas psicológicos como no caso da depressão, ansiedade, medo e estresse. Alcoolismo: Dependendo do nível de embriaguez a pessoa não é capaz de sustentar a ereção e o álcool também causa má circulação sanguínea afetando pênis. Drogas e tabagismo: O uso de drogas é causam malefícios ao corpo e um deles é a disfunção erétil. Anabolizantes: Assim como as drogas embora os “benefícios” que aparentam ter, só trás problema ao corpo e o uso constante de anabolizantes atrapalham na produção da testosterona. Problemas de saúde: Diabetes, hipogonadismo, hiperprolactinemia, distúrbios da tireóide, pressão alta, obesidade, colesterol alto, sedentarismo e outras doenças e problemas saúde podem afetar na circulação sanguínea, os hormônios, coração, etc. Prejudicando a ereção. Para saber sofre de disfunção erétil precisa procurar um urologista que irá te dar um diagnóstico e indicar o melhor tratamento. Como tratar da disfunção erétil? Como foi dito anteriormente é importante ir ao médico urologista antes para que ele possa te orientar sobre o que você deve ou não saber. Mas iremos falar sobre os tratamentos mais comuns e que podem ajudar você de modo simples. Veja os métodos de tratamento: Estilo de vida mais saudável: Dependendo do caso o simples fato de você levar uma vida mais saudável através de uma alimentação saudável, prática de exercícios físicos, parar de fumar e parar de beber tanto já proporciona uma grande melhora na saúde como um geral, mas também pode melhorar também a disfunção erétil. Tratamento psicológico: Mais indicado para casos de disfunção erétil psicológica. Ir ao psicólogo ajuda a tratar de diversos problemas, como depressão, ansiedade e estresse. Também pode de ajudar a melhorar os casos de ansiedade e cobrança antes da relação sexual. Troca de remédios: Alguns medicamentos podem causar a disfunção erétil, mas podem ser trocados por outros e resolvendo o problema. Hormônios: Em caso de problemas de hormônios tratamento hormonal já é o suficiente, porém somente se a causa for algum problema no hormônio. Inibidores da fosfodiesterase 5 (ou PDE5): São os comprimidos de sildenafila, tadalafila e vardenafila. Eles podem proporcionar uma ereção mais prolongada, porém existem diversos efeitos colaterais que ao longo do tempo pode acabar piorando a situação. Remédios naturais: Existem diversos produtos e suplementos naturais que prometem melhorar a disfunção erétil, por isso, deve-se buscar primeiro o urologista que irá diagnosticar o seu caso e o melhor método de tratamento, pois não são todos os remédios naturais que pode funcionar e te ajudar. Enfim é muito importante que o homem que possui disfunção erétil busque pelo tratamento existem várias formas de tratamentos, mas essas são as mais comuns. Busque o urologista, pois é só ele que saberá orientar da melhor forma de tratamento para cada caso. Outro ponto importante para quem está em um relacionamento levar também a parceira para que ela possa ajudar ainda mais no tratamento. Referências bibliográficas: Bruno Nascimento, urologista membro da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e do Departamento de Medicina Sexual e Andrologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); Jairo Bouer, psiquiatra especializado em sexualidade, biólogo especializado em evolução humana e comportamento e colunista do UOL; National Institutes of Health (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA); Sociedade Brasileira de Urologia (portaldaurologia.org.br)