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2 Nicomentol Spray + 2 Nicomentol Caps 2 Nicomentol Spray + 2 Nicomentol Caps 2 Nicomentol Spray + 2 Nicomentol Caps

2 Nicomentol Spray + 2 Nicomentol Caps

Produto Natural

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    Descrição


    Nicomentol


    Apresentação

    Nicomentol Spray: Cada frasco contém 60mL.

    Nicomentol Caps: Cada frasco contém 60 Cápsulas.


    Modo de usar

    Nicomentol Spray: Aplicar o Nicomentol três vezes ao dia após as refeições. Após a aplicação, evite escovar os dentes ou beber por no mínimo 45 minutos.
    Nicomentol Caps: Ingerir 2 cápsulas ao dia, preferencialmente a noite.


    Ingredientes
    Nicomentol Spray: Copaifera Reticulata Balsam Oil, Melaleuca Alternifolia Leaf Oil, Menthol, Sucralose, Benzoic Acid, Sodium Benzoate, EDTA, BHT, Sodium Lauryl Sulfate, Polysorbate 80, Glycerin, Alcohol, Aroma, Cl 19140, Cl 42090, Aqua.
    Nicomentol Caps: Magnésio (bisglicinato), Vitamina B1(tiamina cl), B2 (riboflavina), B3 (niacina), B5 (Pantotenato de cálcio), B6 (piridoxina cl), Vitamina C (ác. Ascórbico), Zinco (bisglicinato), Potássio (bisglicinato). Composição da cápsula: Gelatina, Água purificada e Umectante glicerina.

    Não contém glúten.


    Recomendações
    Nicomentol Spray: Evite o contato com os olhos. Caso aconteça, enxágue com água abundante. Mantenha fora do alcance de crianças.
    Nicomentol Caps: Gestantes, nutrizes e crianças de até 3 anos, somente devem consumir este produto sob orientação de nutricionista ou médico. Não consumir mais que 2 cápsulas ao dia.

    Conservação
    Este produto deve ser conservado em temperatura ambiente (15º a 30ºC). Proteger da umidade e da exposição ao sol.


    Nicomentol Spray – Registrado na ANVISA processo 25351.612662/2017-11
    Nicomentol Caps – Produto dispensado de registro conforme a RDC 240/2018

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    Dicas de saúde
    Por que parar de fumar? O cigarro pode causar a dependência física e psicológica, além de ser responsável por aproximadamente 120.000 mortes por ano. O tabagismo pode causar tantos problemas a saúde que é espantoso. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro possui mais de 4.700 substâncias tóxicas, dentre elas 43 são comprovadamente cancerígenas. Algumas das principais doenças causadas pelo cigarro são: Câncer de boca; Câncer de pulmão; Doenças ósseas; Doenças digestivas; Angina; Demência; Infarto; Disfunção erétil. Como parar de fumar? Primeiramente, é preciso estar muito motivado a parar de fumar, para isso bastar estar sempre relembrando sobre todos os malefícios do cigarro, não somente para você, mas para toda sua família. Pense também nos benefícios que parar de fumar irá te trazer. Em seguida, conheça alguns métodos utilizados, escolha a melhor alternativa e é importante sempre ter acompanhamento de um profissional. Atualmente no mercado existem alguns produtos para ajudar no tratamento, elas auxiliam nos sintomas de abstinência para parar de fumar entre eles: Pastilhas; Adesivos; Sprays; Comprimidos; Goma de mascar de nicotina. Conte com o apoio de sua família No momento em que você estiver decidido a parar de fumar, procure seus familiares e converse com eles, pois são peças fundamentais nesta etapa, lhe ajudando, com palavras de incentivo, motivação, e nas crises de abstinência. Lembre- se sempre a base de tudo é a família, e com ela qualquer coisa se pode conquistar e superar. Parada abrupta (de uma só vez) ou parada gradual (aos poucos)? A parada abrupta (repentina) é um método mais comum entre os fumantes que desejam parar de fumar. É quando se para de fumar de uma hora para outra, interrompendo totalmente o uso de cigarro. Para essa escolha, é preciso que não se tenha nenhum cigarro guardado e muita força de vontade. Já a gradual (aos poucos), você vai deixando de fumar usando uma estratégia, importante lembrar que não deve gastar mais que duas semanas nesse processo, pois caso demore muito neste processo pode se tornar uma forma mais difícil, apenas adiando e não parando. É preciso planejamento e assim fosse conseguirá ter um método eficiente. Existem 2 meios de parada gradual, a redução e o adiamento. A redução é diminuir a quantidade de cigarros consumidas no dia, um exemplo, um fumante de 30 cigarros por dia, deve reduzir esse número em cinco dias, no primeiro dia: 30 cigarros, no segundo dia: 25 cigarros, no terceiro dia: 20 cigarros, no quarto dia: 15 cigarros, no quinto dia: 10 cigarros, no sexto dia: 5 cigarros. No dia seguinte, o sétimo, será sua data para deixar de fumar. E o adiamento, é quando você adia a hora que começa a fumar, adiando 2 horas a cada dia, por seis dias, até a data de parar de fumar, por exemplo, no primeiro dia começa a fumar às 9 horas, no segundo às 11 horas, no terceiro as 15 hrs, no quarto às 15 horas, no quinto às 17 horas, no sexto às 19 horas, e no sétimo será sua data para deixar de fumar. Exercite-se Procure estar se distraindo sempre, com o objetivo de esquecer o cigarro por alguns momentos. Praticar exercícios físicos é essencial nesta fase, eles são bons tanto para o corpo quanto para a mente, visto que libera várias substâncias, como endorfina, que promovem o bem estar, aumentando nossa motivação, alegria e disposição, esses hormônios garantem essa sensação por horas. Se você parar de fumar agora: Depois de 20 minutos, sua pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal. Depois de 2 horas, não possui mais nicotina no seu sangue. Depois de 8 horas, o nível de oxigênio no sangue irá normalizar. Depois de 2 dias, o seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta muito melhor a comida. Depois de 3 semanas, a respiração fica mais fácil e a circulação melhora. Depois de 5 a 10 anos, o risco de sofrer um infarto será igual ao de quem nunca fumou. Depois de 15 a 20 anos, o risco de câncer se aproxima ao de quem nunca fumou. Como funciona a abstinência? Em média, essa fase dura entre uma e duas semanas, e o sintoma mais intenso é a enorme vontade de fumar, que pode durar até cinco minutos seguidos, mas com o passar do tempo tende a diminuir. Algumas pessoas (não todas) podem até apresentar alguns sintomas incômodos como dor de cabeça, irritabilidade, tontura, agressividade, alteração no sono, dificuldade de concentração e outros. Tudo consequência da saída da nicotina, que é uma droga que causa dependência e age no sistema nervoso central acarretando mudanças no estado emocional e comportamental do fumante. O que fazer na abstinência? Segue algumas atitudes podem ajudar a parar de fumar. Realizar pequenas mudanças em sua rotina, como um caminho diferente para ir trabalhar, trocar o café pelo chá ou almoçar em algum lugar diferente. Livrar-se de todo o estoque de cigarros que tiver em casa, no trabalho ou no carro. Quando sentir muita vontade de fumar: chupar gelo, escovar os dentes com grande frequência, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha suas mãos ocupadas, com elástico, pedaço de papel, rabisque algo ou mexa em pequenos objetos. Tente se entreter conversando com alguém, fazendo algo diferente e movimentando-se. Existem também alguns exercícios de relaxamento que são de grande valia nesta fase, como por exemplo respirar profundamente, respire pelo nariz conte até seis e depois deixa o ar sair lentamente pela boca, repita algumas vezes. Remédios Se a abstinência (que dura 12 semanas, sendo mais grave nas 4 primeiras semanas) estiver demais, procure ajuda; medicações prescritas por médicos podem ajudar Ter uma alimentação saudável é muito importante no combate ao fumo. Muitas pessoas compensam a abstinência com comida, porém o ideal é fazer atividade física para diminuir os sintomas e se recompensar com algo sem exagero. Nesses casos, ajuda especializada com uso de medicamentos também pode ajudar. “Tabagismo é tão grave que, mesmo que você ganhe peso, o processo ainda se torna benéfico. Mas para a pessoa que ganha peso, há perda em qualidade de vida”, afirma Scholz. Fica claro que parar de fumar é difícil. Então, é normal ter que tentar mais de uma vez, o importante é não desistir. Referências Bibliográficas: NEPOMUCENO, T.B.; ROMANO, V.F. Tabagismo e relações de poder na produção da saúde. Saude soc. [online]. vol.23, n.2. ISSN 0104-1290, 2014. SPINK, M.J.P. Ser fumante em um mundo antitabaco: reflexões sobre riscos e exclusão social. Saude soc. [online]. vol.19, n.3. ISSN 0104-1290, 2010. SILVA, G.A.; VALENTE, J.G.; MALTA, D.C. Tendências do tabagismo na população adulta das capitais Brasileiras: uma análise dos dados de inquéritos telefônicos de 2006 a 2009. Rev. bras. epidemiol. [online]. vol.14, suppl.1. ISSN 1415-790X, 2011.